Um relatório de contas da herança de Michael Jackson revelou valores gastos com os três filhos do artista: Prince, Paris e Blanket. O documento, que cobre um período recente, detalha despesas relacionadas ao sustento, educação e segurança dos herdeiros.
As informações foram divulgadas pelo site TMZ nesta segunda-feira, 07 de abril de 2026. O relatório é parte da prestação de contas regular que os executores do espólio são obrigados a apresentar ao tribunal.
De acordo com a publicação, os gastos com os filhos de Jackson são consideráveis e abrangem diversas necessidades. Os recursos saem do patrimônio deixado pelo Rei do Pop, que é gerenciado por executores nomeados em seu testamento.
A divulgação do documento ocorre em um momento de tensão pública. A filha do cantor, Paris Jackson</strong, tem manifestado descontentamento com a administração do espólio do pai em ocasiões anteriores.
Notícias recentes, como uma reportagem do site WiLD 94.1 de 09 de abril de 2026, mostram que Paris Jackson tem tido conflitos com os gestores da herança. Ela expressou opiniões contrárias a algumas decisões tomadas pelos administradores.
Em outra matéria, do AOL.com, Paris Jackson é citada acusando os executores do espólio de usarem uma petição judicial para fazer piada dela. Essas alegações surgiram em um relatório separado sobre os atritos em torno da gestão do patrimônio.
O espólio de Michael Jackson, que inclui direitos autorais, participações em negócios e outros bens, é um dos mais valiosos do mundo do entretenimento. Sua gestão é acompanhada de perto pela mídia e por fãs, especialmente quando envolve o bem-estar dos seus três filhos.
Prince, Paris e Blanket Jackson são os únicos herdeiros diretos do cantor. Eles têm levado suas vidas, em parte, fora dos holofotes, mas eventuais questões jurídicas ou financeiras envolvendo o espólio acabam gerando atenção pública.
A situação ilustra os desafios comuns na administração de grandes heranças, principalmente quando os beneficiários são jovens e há um interesse midiático constante. O caso segue sob a supervisão do tribunal competente na Califórnia.
